Hotel do grupo de Arcanjo em Tangará da Serra é ”sequestrado” pela Justiça


Uma empresa, um estacionamento e até o hotel em Tangará da Serra, pertencemte ao grupo de João Arcanjo Ribeiro, foram sequestrados pela Justiça, como apreensão de bens, após deflagração da Operação Mantus, na manhã de quarta-feira (29), que cumpriu 33 mandados de prisão contra dois grupos criminosos que comandavam o jogo do bicho em Mato Grosso.

Conforme as investigações, as duas organizações, que eram rivais, movimentaram em um ano, apenas em contas bancárias, mais de R$ 20 milhões. Uma das organizações é liderada por João Arcanjo Ribeiro e seu genro Giovanni Zem Rodrigues, já a outra é liderada por Frederico Müller Coutinho.

Conforme apurado pelo site repórterMT os imóveis sequestrados são: um estacionamento localizado na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA); uma empresa denominada ‘Granito’, que funcionava dentro do estacionamento e o Colibri Palace Hotel, localizado na região central da cidade de Tangará da Serra.

Na última quarta6, o hotel em Tangará foi um dos alvos da operação policial durante cumprimentos de mandados de busca e apreensão.

De acordo com o delegado Flávio Stringueta, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), todos estes imóveis pertencem ao grupo de João Arcanjo Ribeiro.

Também houve sequestro de um prédio no bairro Baú, em Cuiabá, onde funcionava uma empresa de Frederico Müller Coutinho.

Estranhamente, conforme apontado pela polícia ao ReporterMT, tal prédio onde o Grupo FMC funcionava era alugado da família de João Arcanjo Ribeiro – principal rival nos esquemas do jogo do bicho.

Além dos imóveis, grande quantidade em dinheiro foi apreendida. Só na casa de Arcanjo, a Polícia Civil encontrou uma mala com mais de R$ 200 mil em dinheiro.

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