Polícia Civil lamenta morte de escrivão de Tangará da Serra e destaca dedicação do profissional à instituição

Celso Luiz Ferreira, morreu, aos 58 anos, em decorrência de complicações da covid-19

Em nota divulgada em site oficial, a Polícia Judiciária Civil (PJC) de Mato Grosso lamentou a morte do escrivão Celso Luiz Ferreira, 58 anos, que atuou por cerca de 20 anos em Tangará da Serra. Sua morte ocorreu neste sábado, 11, em decorrência do coronavírus (covid-19).

“É com tristeza que a Polícia Civil de Mato Grosso comunica o falecimento de mais um policial que perdeu sua batalha para a covid-19, mas deixa entre seus familiares, amigos e colegas de trabalho a certeza da missão cumprida com honra e dignidade. O escrivão Celso Luiz Ferreira, 58 anos, morreu no início da manhã deste sábado, 11 de julho, em decorrência de complicações causadas pela doença, em uma unidade de saúde de Tangará da Serra, após ficar mais de mês hospitalizado desde que foi diagnosticado com covid”, informou a PJC.

Foram 18 anos de dedicação à função de escrivão policial na instituição que honrou com dedicação e presteza. Atuava no plantão da 1ª Delegacia de Tangará da Serra, onde fez inúmeros amigos entre os profissionais da Polícia Civil e também na cidade.

“Hoje perdemos mais um guerreiro de nossa corporação, o escrivão Celso Luiz Ferreira, que laborou com eficácia e dedicação nessa nobre instituição por mais de dezoito anos, cumpriu seu propósito, findou um ciclo. A nós restará a lembrança dos momentos que compartilhamos juntos”, disse o também escrivão José Erasmo da Costa. Ambos ingressaram na carreira no mesmo concurso.

O delegado regional de Tangará da Serra, Alexandre Franco, fala da serenidade com que Celso pautou seu trabalho diário na Polícia Civil. “Foi um grande amigo, pai, uma pessoa de coração muito grande. Sempre trabalho com afinco e tolerância. A lembrança que teremos dele é sempre a serenidade. Trabalhou até o último momento. É o típico guerreiro, que infelizmente padeceu no campo de batalha”, destaca o delegado.

Valmir Castrillon, investigador e líder de equipe na 1ª Delegacia de Tangará, trabalhou com Celso desde que foi para a unidade policial e destaca a dedicação do escrivão frente ao trabalho. “Um servidor sempre disposto a ajudar os colegas. Era uma pessoa extremamente competente e dedicada, muito humano e um pai de família exemplar. Foi uma honra conhecer e poder trabalhar com ele. Vai deixar muitas saudades e aprendizados a todos que conviveram com o Celso. Toda a regional lamenta essa perda”.

Em virtude das restrições sanitárias, não ocorreu velório do escrivão. O cortejo com o corpo de Celso Ferreira saiu direto da UPA de Tangará da Serra para o cemitério municipal, acompanhado por colegas, amigos da Polícia Civil e familiares do escrivão.

“Em nome da diretoria da Polícia Civil, o delegado-geral Mário Dermeval lamenta a perda de mais um profissional, que dedicou seus 18 anos a honrar a instituição. ‘Teve uma postura profissional exemplar e com destaque exerceu sua atividade. Nos deixa em um momento difícil, em que muitas famílias são surpreendidas por esse vírus. Só nos resta agradecer profundamente ao profissional Celso e desejar que toda a família possa superar este momento e guarde na lembrança a pessoa exemplar que ele sempre foi enquanto esteve conosco’”, destacou a assessoria da Polícia Civil de Mato Grosso.

Veja como foi o cortejo e sepultamento de Celso Luiz:

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