Dr. João e Eduardo Sanches buscam implementar cooperação Atividade Delegada de PMs em Tangará


O deputado Dr. João (MDB) e o vereador por Tangará da Serra, Eduardo Sanches (Republicanos), se reuniram na quarta-feira, 29, com o secretário de Segurança Pública do Estado, Alexandre Bustamante, para tentar colocar em prática a jornada voluntária de policiais militares na cidade.

Apesar da lei nº 5.649/2022 já ter sido aprovada na Câmara Municipal e regulamentada pelo prefeito Vander Masson, o Termo de Cooperação entre as partes ainda não foi assinado. Por conta disso, o deputado e o vereador fizeram uma reunião com o comandante da Sesp, na tentativa de ampliar as ações em prol da segurança pública de Tangará da Serra.

O deputado Dr. João pontuou que a reunião entre as partes foi bastante produtiva. “Nos reunimos com o secretário Bustamante e o coronel Chirolli. Eles irão conversar com o comandante-geral da PM, coronel Alexandre Mendes e vamos alinhar com o prefeito Vander Masson para colocar em prática esta atividade, que será muito benéfica para a sociedade tangaraense”, afirmou.

Eduardo Sanches enfatizou sobre o empenho do deputado em mais essa importante pauta para o Município. “Viemos falar sobre a atividade delegada mais uma vez, agora com o empenho do deputado Dr. João. Temos o compromisso da Sesp de se reunir com o prefeito Vander, para tentarmos avançar e resolver de vez esta questão”, pontuou o vereador.

Jornada Voluntária

Com a lei regulamentada e o termo de compromisso assinado, os policiais militares que estiveram em suas folgas poderão trabalhar de forma voluntária e receberão por isto. Conforme o texto aprovado, o valor bruto é de R$ 49,90/h.

Qualquer policial militar poderá participar da jornada voluntária, desde que esteja de folga das escalas regulamentares da unidade da PM em que serve e que tenha um mínimo de oito horas de descanso após cumprimento de jornada noturna.

Também é vedado que os PMs exerçam a atividade delegada quando sejam comissionados, inativos, pensionistas ou estejam em gozo de férias, licenças-prêmio e para tratamento de saúde.

A medida não vai gerar mais gastos ao Governo do Estado, já que a verba utilizada para pagamento das horas extras dos policiais sairá do Poder Executivo Municipal.

O termo é visto como benéfico para os dois lados, já que o município terá mais efetivo nas ruas e o governo verá diminuição nos índices de criminalidade da região com economia aos cofres públicos.

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